Os trabalhadores da refinaria de Luanda, que operam em regime de contrato de cedência temporária, deliberaram a paralisação total de todas as actividades por tempo indeterminado a partir do dia 10 de Junho, caso o Conselho de Administração da Sonangol não se pronuncie sobre os pontos constantes no caderno reivindicativo.
Em declarações à imprensa os lesados dizem esperar o bom senso da entidade patronal tendo em conta que a paralisação de todos os trabalhos fará com que haja falta de gás de cozinha em Luanda.
Os mesmos dizem que o Conselho de Administração da Sonangol tem violado sistematicamente as leis existentes no País, assim como o parecer do MAPTSS que orientava a SONANGOL a regularizar a situação dos trabalhadores.
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