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No bairro Km32: Moradores acusam administrador Bunga Filipe de incompetente

 Os populares do bairro km 32, acusam o administrador do distrito urbano da Baia, Bunga Filipe de ser incompetente e mentiroso compulsivo por mandar os seus muchachos (fiscais) cobrarem e embargar as obras para encher os seus bolsos em conluio com a sua amada amiga Olga Pedro, baptizada como coordenadora do Bangle Bungle.

 Por: Nzuanga Ndembo

 De recordar uma equipa de fiscais mistos vinda da administração de Viana, e da Zona Económica Especial Luanda/Bengo, começaram a embargar as obras do bairro km32, e avisaram que ninguém deve fazer obras neste bairro, porque este espaço pertence a ZEE. Alegando que os populares que ai vivem são invasores. “Os administradores de Viana, distrito urbano da Baia, estão agir de má-fé, porque esses populares são todos do partido dos camarada como militante do CAP nº 1784”, revela a fonte. 

Segundo os moradores do bairro km32, ficaram surpreendidos da maneira que os fiscais, chegaram sem ter aquela pedagogia, chegaram, começaram por preferir palavras que não é saudável. “Nós os moradores ficamos agastados pelo comportamento, destes homens que não sabem governar e eles mandam os seus analfabetos da fiscalização. Estamos a ser enganados pelo administrador Bunga Filipe. Porque já tivemos muitos encontros com os administradores da Baia, e de Viana Demétrio Sepúlveda e habitamos nestas terras há mais de dez anos”, conta.

Ainda aqueles moradores alegam quer os bairros do Kitondo, Notícia e o km32 serão demolidos por ser reservas fundiária do Estado. Mas por outro lado, no ano passado por causa daquela confusão, os moradores dirigiram-se ao administrador do distrito Bunga Filipe e este tranquilizou as populações que tudo está ser resolvido.

A nossa equipa de reportagem deslocou-se até administração da Baia, para constatar in loco, e contactar o senhor Administrador Bunga Filipe, mas esse com seu pronunciamento rude descartou a possibilidade daqueles povos em pertencer a sua administração e até falou dos limites do seu distrito urbano de onde começa e termina da fábrica da Bela. “Não estou aqui para defender camponeses e nem histórias contadas pelos camponeses, mas estou aqui para defender a lei”, disse.

Em desenvolvimento na próxima edição

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