Em 11 de Novembro de 2025, Angola nosso Pais, nossa Pátria, Completara 50 anos desde que conquistou pela força das armas, através de uma árdua, espinhosa, mas heroica luta armada de Libertação Nacional a Independência de Angola.
De acordo com o Ngola Kabango, disse que ao longo de tempo foi, pois o caminho percorrido até este dia de 11 de Novembro de 2024. São dobrados 49 anos, em outras palavras, entramos no quadro dos 50 anos, meio século de existência como país livre, independente e soberano.
Em toda a lógica é preciso fazer um balanço relatando os factos históricos, políticos, sócio econômicos e culturais. Angola hoje é um Pais adulto, mas continua lutando para se afirmar como uma nação una e indivisível, isso significa de Cabinda ao Cunene.Contudo,
é preciso que se saiba como e que chegamos a este estádio de Pais livre,
independente e soberano.
A história
e teimosa ao mesmo tempo incontornável, o estado Angolano, nasce em Alvor,
Algarve, mais precisamente no Hotel Penina, depois da assinatura do acordo de
independência em 15 de Janeiro de 1975, entre o Governo Português da época e os
três Movimentos de Libertação, a saber a FNLA, o MPLA e a UNITA, como
representantes legítimos do povo Angolano.
Assim
a FNLA, o MPLA e a UNITA, são co-fundadores do estado Independente de Angola.
Ao
celebrarmos os 49 anos da nossa independência, não podemos deixar de realçar os
direitos fundamentais de cada um dos membros fundadores do Estado Independente
de Angola.
Angola
hoje está livre, independente e é um Estado Soberano, nos seus limites
fronteiriços reconhecidos internacionalmente.
Urge,
a necessidade pois, que sejamos todos
galardoados, a FNLA, o MPLA e a UNITA.
Um
pais reconhece o mérito dos seus filhos, através de condecorações, outorga de
distinções de mérito, identificação de sítios para construção de Memoriais, de Lápides
e de Monumentos.
No
nosso caso, é preciso reconhecer e premiar, aqueles que tudo deram para que
hoje Angola fosse chamado um estado independente nos seus limites geográficos,
aqui referimo-nos aos Antigos Combatentes, que merecem todo o respeito e
consideração, e um enquadramento sócio econômico digno, permitindo-lhes viver
numa terra livre que eles próprios libertaram.
A
simples pensão ou reforma monetária, não é suficiente. Eles devem ser
Patenteados, todos eles sem exceção, porque foram os libertadores da Pátria.
Quanto
aqueles que conduziram a Luta Heroica de Libertação Nacional que culminou com a
Independência em 11 de Novembro de 1975, eles devem ser reunidos num único
memorial ou estatua, implantada no ponto mais central da nossa capital, aqui
nos referimos concretamente aos Lendários Álvaro Holden Roberto, Antônio
Agostinho Neto e Jonas Malheiro Savimbi, os pais fundadores do estado
independente de Angola.
Agindo
assim, estaremos a fazer justiça e a lançar as sementes da futura da Nação
Angolana de Cabinda ao Cunene. Então sim, e só depois disso, poderemos cantar
em uníssimo e bem alto.

0 Comentários