Após a exoneração de Ângelo de Barros Veiga Tavares, da Inspeção-geral de Administração do Estado (IGAE), o Laboratório SAKATINDI, mexeu às suas lupas com intuito de descobrir as verdadeiras razões desta exoneração.
O QUE REALMENTE PROVOCOU A SAÍDA DO ÂNGELO TAVARES DO IGAE ?
O que provocou a saída do Ângelo Tavares ao Cargo de Inspetor-Geral do IGAE, foi a falta de seriedade e fofoca do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço (JLO).
Ângelo Tavares, enquanto Diretor do IGAE, abriu um inquérito a várias empresas do Estado que possuem inúmeras suspeitas de corrupção (atos de improbidade pública).
Então, ao longo do processo de averiguação, Ângelo Tavares, descobriu que dentro de quase todas empresas públicas, assim como; a ENDIAMA, SONANGOL, IGAE, MININT, TS, MIREMPET, AN e outras, existem empresas privadas prestadoras de serviços que servem para o desvio de fundos. E essas empresas pertencem: Diamantino Pedro de Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, Eugénio César Laborinho, Ministro do Interior e o Joel Leonardo, Presidente do Tribunal Supremo.
O que mais intrigou o ex Diretor do IGAE, foi quando encontrou um desvio
feito pelo Laborinho, para aquisição de viaturas da empresa privada de
segurança de Elite, mas com verbas do Estado. Está empresa está em nome da
filha D'jamila Gracinda Moura Laborinho. Fight Society, Limitada, com o
Nif-5417018007, Sede- Luanda Ingombota, Rua Adolfo de Pina n•18, R/C.
Entretanto, essas empresas negavam-se a responder as notificações do IGAE,
foi aí que o Ângelo Tavares, fez um relatório e foi diretamente ao Palácio
falar com o João Lourenço… recebido e elogiado pelo Presidente da República.
Mas quando o Ângelo Tavares, saiu do Palácio, o Presidente da República JLo,
pegou no telefone ligou de imediato ao Ministro Laborinho.
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