A direcção da empresa de segurança privada SERVICEP, Lda assegurou em exclusivo, a este portal de informação, não existir salários em atraso com os trabalhadores. Luís Cadete um dos sócios da empresa, conta que tiveram no passado problemas salariais, mas que nesta altura estão a pagar todas as dívidas os antigos funcionários de forma faseada, inclusive a segurança social. Revela igualmente que muitos clientes devem a empresa mais de 90 milhões de kwanzas.
A SERVICEP, serviço de segurança privada Lda, mostrou-se triste com as informações publicadas por este portal, segundo as quais, que a direcção da referida empresa não está pagar os salários em atraso dos antigos funcionários. E para aclarar todos inequívocos, a SERVICEP convidou a direcção deste portal na sua sede, sita na Rua da Missão junto ao Instituto de Segurança Social para os devidos esclarecimentos.
Luís Cadete, alta patente da polícia na reforma e sócio desta empresa, começou a contar a história da instituição e as dificuldades que levaram a ter uma grande quebra financeira e achou-se um termo em negociação com cada trabalhador para a cessação de contrato laboral por mutuo, prontamente acordado pelos funcionários.
O sócio assegurou que na altura da situação da Covi-19 a empresa esteve de banca rota e só não declararam a falência devido a muitos chefes de família que dependiam do salário e houve uma negociação com os funcionários e decidiram que seriam pagos de forma faseada todos ordenados dos anos em que trabalharam. “Não forçamos ninguém assinar o documento e foi de livre vontade. Nesta altura estamos a priorizar o pagamento de todos antigos funcionários”, assegura o responsável.
O sócio sublinhou ainda que durante a pandemia da covid-19 nenhum funcionário foi despedido e exista mais de nove meses de salários e segurança social em atraso. E para constatar as denúncias dos funcionários, este portal deslocou-se a sede do Instituto Nacional de Segurança Social e foi informado que existe dívida da Servicep, serviço de segurança privada Lda e com os esclarecimentos da direcção, este processo está ser tratado e sanado.
Se
por um lado, a empresa deve aos funcionários, por outra, Luís Cadete assegurou
existir muitas empresas quer publicas como privadas não honrar com os seus
pagamentos e isto, tem criado sérios problemas na contabilidade da SERVICEP. “São mais 90 milhões de kwanzas que estas
empresas devem a nossa”.
A
operar no mercado desde 1995, a SERVICEP, serviço de segurança privada Lda opera no ramo da segurança nas
instituições públicas, e privadas, bem
como escolta de valores e obejectos estratégico ao critério do cliente. São os sócios da referida empresa a Socinter (sócio-maioritário de uma das empresas
afecta ao Ministério da Defesa, em que já foi dirigida pelo Moniz Silva, actual
presidente da Federação Angolana de Basquetebol), Luís Cadete mais outro sócio.
0 Comentários