De slogans a slogans, vamos testemunhando com bastante ineficácia, o desaparecer da juventude como tal. Quem de facto ilumina à juventude Nacional, como exemplo digno e factor de União.
De recordar que o abandono escolar por grande parte da juventude, que hoje esmera-se, para que de alguma forma, não falte o Chá, á mandioca, a batata doce ( falar de Pão e leite hoje voltou a ser para muitas famílias proibitivo), a gravidez precoce, a diversão alargada da prostiuição juvenil que atinge números abismais, a desigualdade de oportunidades, vêm penalizando à Juventude e daí viver-se e aceitar-se à coabitação com o anormal.
Depois de termos tido a oportunidade, de com o Pai da Nação (Presidente João Lourenço) em 2021, dialogar, a materialização dos anseios da juventude angolana não só não existe, como também andam os responsáveis pelo seu cumprimento, distantes de o realizar.
As análises superficiais, e insistentes em rotular-se quem
procura o sustento para à família como inimigo da paz social, vem obrigando a
discursos de desculpas, para à posterior se constatar prioridades invertida.
Não há democracia com fome, desenvolvimento com pobreza, nem
justiça na desigualdade.
A nossa juventude precisa mais do que actividades folclóricas
e passageiras, que num ápice adensam mais a frustração que vem crescendo 24/24
horas.
A nossa satisfação, pela iniciativa do Presidente da
República ao decidir dialogar e ouvir alguns segmentos da juventude esbarra
porque os auxiliares do TPE, não fazem nem deixam quem deve fazer, para que as
politicas públicas da Juventude saiam do papel, dos workshop, dos encontros,
dos debates etc.
O tudo sim, o tudo está aprovado, a falta de coerência para
se fiscalizar a ineficiência e ineficácia das políticas públicas para à
juventude, o receio de se arregimentar argumentos para a caracterização da
pessoa de bestial a besta, e a colocação de pessoas erradas nos lugares certos,
deixam todo um segmento jovem à deriva.
Amar a juventude de Angola, não é só com à baia de Luanda, com a Serra da Leba, com as nossas andebolistas (pérolas africanas), com o Kuduro (nosso refúgio de decepção as questões sociais), com um ou dois eventos no CCB, no Intercontinental, visita e fotografias aos mercados e praças.
Amar à juventude angolana é promover mais e mais diálogos
para juntos, (quem dirige e quem é dirigido) encontrem a essência que sempre
caracterizou a orgulhosa juventude angolana.
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