Quero antes apresentar a minha solidariedade as famílias que foram afectadas pela chuva e apelo união entre as famílias.
A cidade do Sumbe hoje acordou com uma triste notícia, Hospital Pediátrico inundado e a Escola Nova também nas mesmas condições, para não falarmos de alguns bairros que muitas famílias estão arlento.
Como é de hábito, tive que dar umas
voltas pela cidade e disfarçadamente fui como cliente em alguns
Estabelecimentos Comerciais de renome na nossa cidade, notei os dirigentes do
nosso país valorizam mais os seus negócios e não a vida dos Angolanos, como é
possível os Hotéis, Famácias e Lojas dos chefes, serem construidas nos
bons sítios e os Hospitais e Escolas em maus sítios e ainda
os que fazem parte do próprio governo local são filhos do Cuanza-Sul e conhecem
melhor o Sumbe?
Então reservaram os bons espaços para os negócios pessoais e para as Instituições que servem os cidadãos em maus sítios sejam mais humanos meus senhores.
Fala-se muito do Saber Andar, que a princípio é tirar as pessoas que vivem em Zonas de risco, mas para além da Kissala, Bumba e Cacuti, que dizem ser os primeiros beneficiários, conhecendo o país que temos e o seu governo, haverá indivíduos que vão se beneficiar que não são de Zonas de riscos por exemplo: Namoradas, primas, cunhadas e cunhados, uns aida pela confiança política.
Ciente de que as chuvas são fenómenos naturais e que são inevitáveis, mas o povo do Cuanza-Sul não merece isso juro mesmo, um governo capaz e competente, deve prognosticar as coisas e não vir sempre na televisão com muita bla bla.
Ah não o Hospital do Saber Andar, brevemente será inaugurada! Meus senhores, será que os transportes serão grátis? Já viram a distância do Sumbe até ao Saber andar? Epah! Procuro entender bem este governo mas não consigo mesmo.Ok meu povo sei que um dia quando nos livrarmos dos diabos, juntos vamo festejar e Deus vai nos enviar um bom governo, que não estará empenhado nas Fazendas, Desvios de fundos públicos, na Candonga, no compadrio e familiarismo, nada é eterno neste mundo.
Quero pedir ao governo local, a criar mecanismos para que dê a solução a esta situação e que acompanhem as famílias afectadas, sem esquecer aqueles que também estão em estado de alerta.

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