A provedora de Justiça, Florbela Araújo defendeu, a “integridade, imparcialidade e a dignidade” como valores para o fortalecimento das instituições dos Provedores de Justiça de África, durante a formação que ministrou, terça-feira (28), na 7.ª Assembleia Geral do Associação dos Provedores de Justiça e Mediadores Africanos (AOMA).
De acordo com a Provedora de Justiça de Angola, que
palestrava sobre "Os Dilemas da Éctica na Função do Provedor de Justiça e
Como Estes Princípios Norteiam a Actividade dos Ombudsman” é necessário tomar-se
a "consciência da nossa contingência” para lidar com as situações
dilemáticas e desempenhar um trabalho com total comprometimento dos africanos.
Segundo uma nota, o evento, que vai eleger esta
quarta-feira, os novos membros do Comité Executivo do AOMA, participam
Provedores de Justiça das Repúblicas do Botswana, de Moçambique, da Zâmbia, da
Gâmbia, Seycheles, Mediadores das Repúblicas Centro Africana e do Gabão, o
Presidente dos Direitos Humanos da Tanzânia, Inspector Geral do Uganda,
Procurador Geral da República Centro Africana, Delegação da África do Sul,
Comissão- Geral do Bureau da República da Nigéria, Delegação da Costa do
Marfim, Delegação da Namíbia, Delegação do Burquina Faso, Representantes do
Egipto, Burundi e do Uganda.

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