A jurista Amor de Fátima olhou para o acesso das fontes como
uma das principais dificuldades dos jornalistas e chamou a atenção a todos
autores como governadores e adminsitradores devem ser convidados a reflectir
sobre a esta problemática em palestras e encontros.
Francisco Mapanzu
A antiga jornalista do Semanário O Páis falava durante a
formação de três dias sobre a formação de jornalistas sobre a comunicação para
descentralização e governação participava organizado pelo PASCAL (Projecto de
Apoio Sociedade Civil e Administração Local), com financiamento da União
Europeia que decorreu no Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR).
A formadora chamou a necessidade dos dirigentes e políticos
de cargos públicos a cumprirem e serem mais flexíveis nos acessos às fontes de
informação e olham o jornalista como iminigo que pretende distruir a sua
reputação ou cargo, mas deve olha-lo como um amigo dentro do processo de
governação. “Devemos reflectir seriamente nesta questão e sozinho não é
possível e os governantes devem abrir-se mais ”.
Encerrou no Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR), a
formação de jornalistas sobre a comunicação para descentralização e governação
participava, organizado pelo PASCAL (Projecto de Apoio Sociedade Civil e
Administração Local), com financiamento da União Europeia.
A formação intensiva que teve a duração de três dias agrupou
40 profissionais de comunicação, de órgãos privados e públicos, provenientes
das províncias de Luanda, Malanje, Huambo, Benguela e Huíla.

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