Segundo os familiares, Zola Pedro, de 38 anos de idade, trabalhava no seu "Salao de Beleza e Barbearia", no referido mercado, foi avisado pelos guardas, dia 29/7, para fechar o estabelecimento, por causa da greve dos taxistas.
Aceitou e ao fechar o estabelecimento lhe exigiram a seguir numa direcção
contrária da sua casa. Ao descordar, um dos guardas do mercado bateu-lhe com
tábua na cabeça e fez um ferimento.
Dada a gravidade do ferimento, os mesmos guardas, levaram-no a um posto de saúde das imediações da Padaria Anfonso, onde levou doze pontos na ferida, mas o sangue não parou e levaram-o para o Hospital Municipal de Cacuaco.
Este por sua vez, o transferiu para o hospital Heróis do Kifwangondo, na
cidade do município do Sequele, província de Icolo e Bengo, onde acabou por
falecer no dia 30 de Julho.
Porém, o corpo foi transferido, com acompanhamento de efectivos do SIC e familiares, para a morgue do Hospital Municipal de Cacuaco e a direcção do mercado prontificou-se em apoiar o funeral.
Os familiares exigem justiça do autor da morte de Zola Pedro.
O pai do malogrado, Kanalusiadio Pedro, prestou declarações às autoridades de Serviços de Investigação Criminal (SIC) e da Polícia Nacional do Comando Municipal de Cacuaco, Província de Luanda e aguarda pacientemente, por cumprimento de trâmites legais do processo.
Pedro Zola deixa viúva e três
filhos.
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