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Sobre 4 de Abril: Ngola Kabangu diz os ganhos da paz foi duramente conquistada

O 4 de abril de 2002, foi celebrado, na Assembleia Nacional, um acordo de paz, entre o governo angolano e a união nacional para a independência total de angola (UNITA), pondo assim fim a uma longa, penosa e devastadora guerra cível.

Inácio Cândido

Durante a palestra sobre o dia da paz quem foi o prelector Engenheiro, Ngola Kabangu, disse que todos os angolanos saudaram e aplaudiram a, paz alcançada, estavam assim abertos os caminhos para a paz reconstrução nacional e continuação do processo de democracia pluripartidária e finalmente reconciliação nacional. “Em minha humilde opinião, a paz militar é efetiva em todo o território nacional, o que facilita a circulação de pessoas e bens de cabinda ao Cunene,” disse.


Ainda o político histórico acrescentou que está paz ainda é militar, restando, portando, a realização da verdadeira paz social, paz das famílias e dos corações. Assegurou contudo, devem reconhecer que este clima de paz, permitiu a realização de três pleitos eleitorais: em 2008, 2017 e 2022.

“Até a este momento, as instituições do estado, funcionam normalmente, mas o momento político que vivemos, exige mais diálogo mais abertura democrática, para, em primeiro lugar alcançarmos a paz social total e em segundo lugar criar as verdadeiras bases de um processo genuíno de reconciliação nacional, sem a qual dificilmente alcançaremos a estabilidade política, social e econômica, tão desejada por todos os angolanos, independentemente da sua filiação política partidária,” disse.

Kabangu fez saber que em 11 de novembro de 2025, angola e os angolanos, celebrarão 50 anos de independência, meio século de uma longa e penosa caminhada.

Ainda o político, acrescentou que pensam que deveriam aproveitar esta celebração, para nos aproximarmos mais uns aos outros, pondo de parte toda a política de exclusão e de descriminação política partidária. Angola é de todos nós.

O 4 de abril de 2002, foi tão esperado por todos os angolanos de cabinda ao Cunene, e não deveriam permitir que ele fosse manchado, por exclusão de patriotas que tudo deram, a sua juventude e as suas vidas, para erguer o edifício angola independente. Que se coloque cada obreiro da independência nacional, no seu devido lugar, se conte e se respeite a história.

Ainda Ngola Kabangu, disse que está satisfeito pelo convite da reitoria da universidade Lusíada de angola, estou presente, a este debate, para transmitir uma mensagem patriótica e de esperança, a todos os obreiros da independência nacional e as novas gerações, apelando para que priorizem angola, nossa partia, sem menosprezo, dos vínculos político partidários de cada um de nós. Angola está acima de tudo e de todos nós.

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