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Uma pontuação aos 7 bravos Ex Deputados

 Num ato de grande maturidade política e incomum em África e sobretudo em Angola, 7 deputados liderados pelo extraordinário servidor Abel Chivukuvuku, decidiram abandonar o parlamento para darem sustentabilidade a sua formação política PRA- JA SERVIR ANGOLA.

Hoje por hoje e porque a luta da maioria dos atores políticos e não só, é sobre ter posses infelizmente, os 07 ex parlamentares do PRA-JA, abdicaram dos salários, pequenas mordomias e seguranças para então emprestarem a sua contribuição qualitativa na formação política mais inclusiva do país.

Num país consumista e com os níveis de imoralidade a ganharem diariamente espaço, este ato dos 7 está a trazer controvérsias,debates e polémicas desesperadas porque são pouquissimos senão os únicos que por convicções próprias não vêm o parlamento como fim último em política.

Para Abel Chivukuvuku esta não é a primeira vez que mostra e prova que não são benesses que o motivam a continuar a lutar por Angola fe-lo em 2012, 2017 e 2025 (raríssimo). Num passado recente, os deputados indicados pelo PRA-JA, foram acusados por vários até líderes de outras formações que seriam eles a negociarem para facilitar o terceiro mandato ao presidente João Lourenço, o tempo provou que não passou de insegurança, precipitação, irresponsabilidade e infantilidade dos acusadores... hoje e com os seus mercenários encontrados completamente em contramão, porque este ato não é para todos, são os mesmos que trazem outras narrativas negativas sobre este ato patriótico dos 7 deputados.

Em Angola, com valores totalmente invertidos se você faz o certo e incomum você é apedrejado e julgado publicamente pelos taís líderes de opinião e suas milícias digitais que nunca teriam coragem de abdicar de 1 kz se quer proveniente dos contribuintes angolanos.

Com a vossa resiliência peculiar, não se abalem com aqueles que não teriam a mesma coragem que tivestes por Angola de abandonar um parlamento viciado para lutarem pelo instrumento que se pretende como terceira via para servirmos de facto Angola e o seus cidadãos.

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