O Petro de Luanda, embaixador angolano nos últimos anos nas competições tuteladas pela Confederação Africana de Futebol (CAF), mantém o sonho de conquistar um dos almejados títulos que falta na galeria, cuja missão é estar até 2028 entre as três melhores equipas do continente.
Aliás, aquando da sua reeleição para o terceiro
mandato, o presidente do clube petrolífero, Tomás Faria garantiu que não
pretende participar apenas para fazer figura, mas com o objectivo de, pelo
menos, até final de mandato do actual elenco, trazer para o país o cobiçado
troféu.
"Já estamos a projectar, a partir do quinto ano na fase de grupos, ir consecutivamente para os quartos-de-final. Para isso acontecer, cá dentro precisamos dos parceiros. Conforme eles trabalham, nós também podemos. Para os fundadores, com realce para o falecido Hermínio Escórcio, o ponto máximo que falta atingir e que levou à fundação deste clube é, sem sombra de dúvidas, conquistar a Liga dos Clubes Campeões Africanos”, almejou Tomás Faria numa entrevista.
Desde a fundação, a 14 de Janeiro de 1980, o Petro,
por duas vezes, chegou às meias-finais da competição. A primeira, em 2001, na
altura, caiu diante do Mamelodi Sundowns da África do Sul, no jogo disputado em
Luanda.
Na segunda vez, os tricolores, na mesma fase da
competição, foram eliminados pelos marroquinos do Wydad. Nesta partida, a
equipa perdeu primeiro em casa, por 3-1, e na segunda mão, as duas formações
empataram a uma bola.
Disputar uma final da Liga dos Clubes Campeões
Africanos de Futebol, bem como tentar ser a terceira melhor equipa no ranking
para participar do Mundial de Clubes constituem os objectivos prementes de
Tomás Faria.
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