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Agostinho Lima, presidente da Cooperativa de União dos Reformados de Angola: “Estamos a trabalhar em projectos ligados a pesca, agricultura e pecuaria”

 A Cooperativa de União dos Reformados de Angola pretende trabalhar em estreita colaboração com o Executivo e com organizações sociais cívicas. Criado em 2021 tem em carteira projectos no sector agrícola, pecuária e pescas para ocupar o tempo daquelas pessoas abrangidas pela reforma.

 Inácio Cândido

Criado em 2021, a Cooperativa de União dos Reformados de Angola (CURA) preocupado com a situação dos seus membros e nesta altura, a direcção dirigida por Agostinho Lima conta com vários projectos com destaque a pesca, agricultura e a pecuária. Nesta altura a CURA trabalha com as instituições para ter o número real de membros.

Numa entrevista exclusiva concedida a este portal, o presidente da Cooperativa da União dos Reformados de Angola (CURA), Agostinho Lima, diz que a cooperativa não está de braços cruzados e dispõem de vários projectos em carteiras para o bem dos seus membros.

Para este ano, a CURA vai continuar bater as portas as identidades reformadora no país, o Instituto Nacional de Segurança Social para ter uma ideia do número real dos reformados. E para a materialização deste desiderato, o presidente da Cura, conta com uma direcção embuidos de força de vontade em defesa dos seus membros.

Igualmente, revela que a sua direcção vai continuar a trabalhar com as autoridades provinciais no sentido na cedência de espaços para desenvolver as diversas actividades que a cooperativas dispõem em carteiras. “Vamos também bater as portas as instituições estrangeiras no sentido em apoiar-nos os nossos projectos”, assevera o presidente.

A cooperativa criada em 2021, está legalizada e nesta altura lutam para ser conhecida como uma instituição de utilidade pública de forma a beneficiar do apoio do Estado, de forma a desenvolver as actividades sem qualquer sobressalto.

 A CRIAÇÃO

Reformados em 2020 numa altura que se verificava o confinamento devido à covid-19, e notando um número crescente de reformas laborais, então Agostinho Lima e demais membros nas suas residências, resolveram pôr em prática a criação da Cooperativa da União dos Reformados de Angola, de forma a defender os seus direitos.

O antigo administrador de Cacuaco sublinha que o seu lema não é olhar para o bilhete de identidade e conta que as pessoas não se auto-reforma, mas sim devem continuar a lutar para sobreviver e trabalhando.

Recorde-se que Agostinho Miguel Lima foi administrador municipal de Cacuaco, Sambizanga e director da Comissão Provincial de Eleições de Luanda.

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