Passados três meses
desde o encerramento do templo da igreja tabernáculo da mensagem bíblica do
último tempo, de lá para cá a administração do município de Cacuaco não se
pronúncia até ao momento, e por causa do silêncio da administração mais de 700
fieis podem sair às ruas para pedir a legalidade, distrito urbano sede,
município de Cacuaco.
Por: José Miguel
De recordar que no artigo 47 a liberdade de reunião e de
manifestação é garantida a todos os cidadãos a liberdade de reunião e
manifestação pacifica e sem armas, sem necessidade de qualquer autorização e
nos termos da lei. As reuniões e manifestação em lugares públicos carecem de
previa comunicação as autoridades competentes nos termos e para os efeitos
estabelecidos por lei.
E no artigo 10 diz que o estado é laico, havendo separação
entre a igreja e o estado, nos termos da lei. O estado reconhece e respeita as
diferentes confissões religiosa, as quais são livres na sua organização e no
exercício das suas atividades, desde que as mesmas se conformem à constituição
e às leis da república de Angola. O
estado protege as igrejas e as confissões religiosas, bem como os seus lugares
objetos de culto, desde que não atentem contra a constituição e a ordem pública
e se conformem com a constituição.Os fieis daquela
igreja encerrada, lamentam a situação em que a igreja se encontra e questiona a
legalidade do acto de encerramento da mesma, caso não tiver uma reposta,” vamos
sair às ruas porque somos mais de 700 fieis nós estamos dispostos em sair as
ruas de Cacuaco, para as autoridades saber não porque através do senhor yuri
pinto,” disse.O diácono, que alega a muitas irregularidade,
no processo, aponta nomes como Yuri Pinto cidadão de nacionalidade portuguesa e
o director da cultura, Henriques Neves, o administrador municipal de Auzilio
Jacob, e o director da ANIESA.
Igreja liderada pelo pastor Angelino Napombo
Job continua encerrada sem motivos plausíveis.
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