O actual inquilino do palácio da Mutamba mergulhou no mar de fantasias governativa, em meio a lives, vídeos, fotografias e aparições públicas, num visível cumprimento de agenda meramente paliativa.
Se por uma lado vemos a província de Luanda a ganhar, de
forma gradual, uma imagem mais atrativa, por força das obras agregadas ao Novo
Aeroporto Internacional de Luanda e outras enquadradas no pacote especial, bem
como as extraordinárias aprovadas directamente pelo Presidente da República,
como foi recentemente o caso das vias do Projecto Nova Vida; por outro lado
vemos um Governador “showista”, cujas acções por si desenvolvidas não passam de
meras cosméticas, como foi o caso da ida à rua da Dira, no Zango-III, que não
retirou nem acrescentou absolutamente nada ao local, com o azar de, poucos dias
depois, voltar a morrer crianças no rio Zango, das bombas só Zango-II às
imediações da Coca-Cola.
Numa só palavra, a imagem que Manuel Homem está a passar aos
citadinos, com a estratégia de "Futuro Homem", ficou montada com o
suporte da "sua mentora portuguesa" – a tal dita que foi à
Vila-Alice, no Comité do MPLA em Luanda, proferir uma palestra nitidamente
contra o MPLA e contra o Presidente João Lourenço, aos quais atribuiu a culpa
pela desgraça do Povo angolano.
Vergonhoso é ver uma portuguesa sem estrutura, que em 1975
teve que ir embora, mas que agora foi chamada por Manuel Homem para orientar a
sua campanha rumo ao Palácio da Cidade Alta.
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