Não podemos continuar a aceitar governos em Angola que usam a estrutura do estado como a mídia e não só, para perseguir e enfraquecer a Igreja Cristã Angolana e seus obreiros. Precisamos começar impor respeito em nome da igreja, da nossa fé e dos nossos lideres.
O tempo de igreja ser
marionete política do MPLA, partido que deixou de respeitar a igreja, deve
chegar ao fim. Chegamos até aqui, crescemos enquanto uma nação de maioria
Cristã com muitos sacrifícios, e hoje devemos ter uma posição clara à nosso
respeito.
A igreja não é
marionete de eleição dos partidos políticos, igreja é uma parceira do estado,
entendam aqui, que a igreja é um estado religioso ou Espiritual e só por isso,
é parceira do estado terreno. A igreja não é inferior ao estado, como seria
inferior a um partido político?
A igreja não se
submete ao estado, como continua a se submeter a um partido político? A igreja
precisa se libertar e ser livre nas suas escolhas políticas e sociais, buscando
aquilo que é melhor para a sua missão de evangelização na terra.
MPLA, UNITA, cito estes apenas como exemplo, por maior que
sejam devem respeito a igreja, porque a igreja é de longe muito maior que os
dois juntos! Estamos em todo lado, como cristãos, estamos na mídia, no
exército, na saúde, na economia, nos transportes, etc. e vamos fortalecer a
nossa presença na política, como forma de garantir que os interesses e os
valores da fé cristã e da igreja sejam preservados. Queremos respeito as nossas
instituições religiosas e aos nossos líderes, e vamos trabalhar para isso. Não
se aceita, que desde 2018, a igreja cristã Angolana (católicos e evangélicos)
sendo a representação da maioria dos Angolanos, vive sobre ataque vindo das
estruturas do estado, com apoio do governo. Igrejas foram encerradas”operação
resgate”,
O governo actual, hoje usa a estrutra do estado para ser
hostil a igreja e seus obreiros. Em menos de 10 anos de João Lourenço a Igreja
e seus obreiros sofreram mais ataques que nos 38 anos de José Eduardo no poder!
A igreja precisa refletir sobre isso, e tomar posições claras, para que em 2027
não volte a cometer erros. A igreja não somente cresceu mas também já
amadureceu e deve começar a tomar as suas posições de liberdade.
A nossa geração não vai falhar, respeitamos a igreja e seus
líderes e o respeito a igreja, às instituições religiosas e seus líderes faz
parte do processo de pacificação dos espíritos e o estado deve andar de mãos
dadas com a igreja. Deus, Família, Pátria e Liberdade!

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