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Redução do preço deixa Guiné-Bissau sem pão

 A população da Guiné-Bissau está praticamente sem pão desde terça-feira, quando esperava comprar este bem mais barato com a entrada em vigor da redução decidida pelo Governo para atenuar o custo de vida no país africano.

Os fornos dos padeiros tradicionais, onde é cozido o produto mais consumido pela população, o chamado pão kuduro, não trabalharam e as padarias industriais não conseguiram dar resposta ao aumento da procura.

Conforme relatou a Lusa, o Governo e a associação de representantes dos padeiros falam em "boicote” e avisam que o acordo para a redução do preço do pão e da farinha é para cumprir, com ameaça de penalização para quem desrespeitar a determinação.

A medida de baixar o preço do pão de 200 (0,30 euros) para 150 francos cfa (0,22 euros) e a farinha de 29.000 (44 euros), o saco de 50 quilos, para 24.600 (37 euros) foi tomada, em 12 de setembro, em Conselho de Ministros para vigorar a partir de 24 de setembro.

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