A equipa do 1º de Agosto viaja hoje no período da manhã, em voo de carreira, para o Reino de Marrocos, onde no domingo, às 19h00, defronta o Al-Hilal Omdurman do Sudão, no Estádio El Jadida, em desafio válido para a segunda "mão" da última preliminar de acesso à fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões Africanos.
A delegação do clube militar é chefiada pelo presidente Carlos Hendrick. Os vice-campeões nacionais partem ao encontro da equipa sudanesa, motivados e determinados em alcançar o êxito nesta missão. Ontem, efectuou o último treino em solo nacional, no campo do ex-RI/20, com a participação de todos os jogadores, excepto o central Bonifácio, que recupera de uma lesão.
No final da tarde, a formação orientada por Filipe
Nzanza, efectua o primeiro treino em solo marroquino. No dia seguinte, realiza
uma sessão matinal. No sábado, às 19h00, o 1º de Agosto reconhece a relva do
estádio.
No jogo da primeira "mão", disputado no
passado dia 17 do corrente mês, no Estádio Nacional Tundavala, na cidade do
Lubango, Huíla, os rubro-negros consentiram um empate nulo, que deixa em aberto
a possibilidade de disputar a eliminatória até ao fim.
Para este desafio, os militares fizeram apenas um jogo
amistoso diante do Kabuscorp do Palanca, no sábado passado, no Estádio França
Ndalu, com quem perdeu por 1-2. O objectivo da equipa técnica foi jogar diante
de um adversário com as características defensivas que o Al-Hilal apresentou no
desafio da primeira "mão".
É expectável que os actuais campeões sudaneses criem
uma forte cortina defensiva, quando o conjunto militar estiver em missão
ofensiva, de modo a evitar sofrer golo.
Os dois conjuntos atravessam um longo período de
defeso nos respectivos campeonatos nacionais e mostram algum equilíbrio em
certos aspectos, embora os pupilos do técnico congolês democrata, Florent
Ibenge, sejam apontados como favoritos, em função do 'hábito' de marcarem
presença constantes na fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões.
O facto da decisão acontecer em campo neutro, o
Al-Hilal joga em casa emprestada, no Reino de Marrocos, torna a possibilidade
das duas equipas disputarem a qualificação até à exaustão e apostarem no
ataque, sem descurar a missão defensiva.
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