O regedor do distrito
urbano da Baia, Santana Adão Domingos mais conhecido por “Mesas” pede as
autoridades competentes que o seu distrito por causa da grandeza deve ter em
cada zona um soba para melhor a comunicação.
Por: Inácio Cândido
Faltando quase tudo como projectos de impactos social, no
municipio de Viana, o regedor Santana Adão Domingos ou simplesmente “Mesas”
disse que antigamente o bairro km30 não era chamado km30, foi chamado “Terra
Nova de Cima Conselho de Viana”, distrito de Luanda, antiga província
ultramarina portuguesa.
Segundo o regedor Mesas, mudou-se o nome agora ficou Baia. No
passado havia três tribos, Buabuala, Tande, Casa Branca, Nguimbi, destas tribos
todas estavam unidos e quando chegava uma ordem de Viana todos reuniam as
mesmas ordens e distribuiam nas suas povoações. E por causa da guerra civil que
houve nas demais províncias, nasceram outros bairros como Tchikwe, Dimba.
A autoridade tradicional, disse que até agora não chegou os
projectos de impacto social, como escola, hospital, energia electrica, água
potável, estrada, e por outra, a zona economica que chegou em 2006, recebu as
suas terras, deixado pelos seus pais. Nestas lavras onde saíam produtos
agricolas que servia para a educação dos filhos.
O distrito urbano da Baia têm 16 bairros, que já existe há
mais de um século, criado pelos componeses e as novas gerações foram
multiplicando, até agora não tem um de impacto social como escola, hospital,
esquadra policial, energia electrica, água potável, os populares consumem água
imprópria. “Nós aqui no distrito não tem projecto de impacto social, como escola
hospital, energia electrica, água potavel, estrada, desde 1974, antes da independencia nacional
de angola o antigo presidente da república de angola António Agostinho Neto,
deixou escola do ensino primário, e centro de saúde até a data presente já não
existe outros”.
Santana Adão Domingos, acrescentou que ficaram supreendidos com uma faculdade de bebida que
é a fabrica da ceverjeira Bela, e por outra, ninguém sabe onde vai os dinheiros
que sai do mercado do km30.
Santana Adão Domingos, disse que ninguém sabe aonde vai os
dinheiros que sai do mercado do km30 ” nós as autaridades tradicionais da linhagem
mamã nguimbi precisamos dos apoios saido
dos dinheiros que são produzidos no mercado do km30”.
O regedor fez saber que estão reclamarem de um subsídio dos
dinheiros produzido no mercado e criar uma agência bancária e colocar aos naturais
do km30, onde chamavam os bairros Escorreios, Kitocoloca, Santa Mbinga, Zé
Maria, Kissequele, Kia Weza e têm uma população estimada 16.733 habitantes.

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