O director-geral da organização Sambi-Eventos, Noé Lourenço propõe como solução do funcionamento das brigadas de vigilância comunitária o ingresso a Polícia Nacional, para que os mesmos estejam sob controlo das autoridades.
Popularmente conhecida por “Turma do Apito”, as
Brigadas de Vigilância Comunitária (BVC), foi criada a 12 de Março de 2020, no
Município do Sambizanga, que posteriormente começou a actuar em outros pontos
de Luanda.
No início era constituída por jovens, na maioria
ex-delinquentes, mas na actualidade as Brigadas de Vigilância (BVC) são
integradas por professores e membros da comunidade. Após a sua implementação, a
"Turma do Apito" ganhou novas células em Luanda depois de Tomás Bica
assumir as funções de administrador do Cazenga, em Dezembro de 2020.
Segundo Noé Lourenço, com o ingresso dos mesmos na
Polícia vai conferir dignidade a eles e será um factor motivacional tanto para
os brigadistas como para as suas famílias”.
“Importa salientar que as brigadas de vigilância
comunitária jogam um papel preponderante na redução de crimes e na manutenção
da ordem e tranquilidade a nível dos bairros”, disse.
Noé Lourenço revelou que actualmente, o grupo é
composto por cinco mil membros, que actuam nos municípios do Sambizanga,
Rangel, Cazenga, Hoji-Ya-Henda e outras partes da capital do país.
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