Os quatros jovens antigos membros da direcção executiva do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), estão a ser acusado de terem se aliado à UNITA para causar instabilidade na referida organização.
Fonte: portal V.V
De acordo com
denúncias feitas a este portal, o grupo tem como objectivo combater a direção
do CNJ e instaurar o caos na organização através da instrumentalização do
actual líder da JURA, braço juvenil da UNITA.
O grupo liderado por
Vitorino João Matias, irmão do conhecido activista Mbanza Hanza, conta com três
outros antigos membros do CNJ nomeadamente, André Araújo, Edson de Sousa e
Wilson Domingos dos Santos que juntos, terão supostamente sido instrumentalizados
por Nelito Ekuikui para combater a liderança do CNJ.
Recentemente, os mesmos mantiveram um encontro no dia 5 de
Maio no Hotel Fórum em Luanda, onde, participaram também os activistas Mbanza
Hanza e Laurinda Gouveia com a intenção de criar um observatório eleitoral, no
qual, Vitorino teria apresentado a ideia de começar uma campanha de
descredibilização do CNJ que tem igualmente a intenção de seguir com o seu
observatório iniciado em 2022.
Procurado na qualidade de líder da JURA e pela postura antagônica que sempre demonstrou ter sobre o CNJ desde que assumiu a liderança da organização, Nelito Ekuikui terá partilhado a ideia com o líder do seu partido Adalberto Costa Júnior que deu o aval positivo para avançar com campanhas de ataques e de descredibilização da liderança do CNJ.
Os denunciantes contam que nós últimos dias, os implicados
terão iniciado uma campanha evasiva e difamatória nas redes sociais contra a
actual direção do Conselho Nacional da Juventude. Informações de que dispõe
este portal, apontam que Nelito Ekuikui terá também instruído os quanto antigos
membros do executivo do CNJ a fazerem ataques e comentários difamatórios bem
como discursos de ódio nas redes sociais contra algumas organizações juvenis e
instituições do Estado com o intuito de desacreditar os referidos órgãos.
Contactado, o líder da JURA nega qualquer acusação e diz que tudo não passa de
acusações infundadas.
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