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Ngola Kabangu, diz o Fulminoso 15 de Março é da FNLA

O Politico Histórico, Ngola Kabangu, fez saber que são decorridos 64 anos desde que os destemidos guerrilheiros da união das populações de angola, sob a dinâmica do patriota, Álvaro Holden Roberto, Yembe, lançaram o fulminoso, histórico e Glorioso 15 de Março de 1961.

Por: P.V.V

A informação foi avançada pelo Politico Histórico, Ngola Kabangu, o 15 de março de 1961, não foram uma pirueta nem uma acção levada a cabo por bandoleiros, drogados, sanguinários como malvadamente afirmam, na época, os porta–vozes do anacrónico colonialismo português. Foi um acto de bravura e de patriotismo por excelência. 

O politico, disse que o 64º aniversario o inicio da luta armada de libertação nacional, é celebrado no momento em que preparamos para comemorar 50 anos de independência de angola. Já se questionaram os que pretendem amarrotar, ofuscar e reescrever a história, como surgiu a data de partida dos 50 anos de independência? Quantos anos de luta foram necessários? Quantos sacrifícios, quantas humilhações foram consentidas? Na nossa contagem, humilde honesta e sincera, foram necessários longos e penosos 14 anos de luta, bravando toda fúria colonial.

Ainda o Ngola kabangu, acrescentou que a luta vingou e culminou com a independência de angola, apesar de ter sido proclamada em condições dolorosas, e desastrosa, em 11 de Novembro de 1975. Angola é hoje um país independente e soberano.  Nós celebramos o 64º aniversário do inicio da luta armada de libertação nacional, com os corações doridos e profundamente magoados pela insensibilidade e injustiça dos nossos próprios compatriotas, a não reconhecerem, a não homenagear o homem que indiscutivelmente, conduziu todo o processo libertador de angola e assinou em 14 de outubro de 1974, a bordo do barco de recreio do saudoso, Marechal Mobutu Sese Seko, o acordo de cessação de hostilidade com saudoso, General Fontes Pereira de Melo, na época chefe da casa militar do Presidente da República Portuguesa António Spínola.” 

Kabangu, salientou que estava assim  terminada a longa penosa, mas honrosa luta armada de libertação nacional, há pois todas as razões para os angolanos em geral, e os militantes e simpatizantes e amigos da grande família UPA/FNLA em  particular, comemorem com orgulho o 64º aniversario do inicio da Luta Armada de Libertação Nacional, em todo o espaço nacional. 

Ainda aquele politico, assegurou que o Álvaro Holden Roberto, alias Yembe, o inesquecível  Lider Histórico da Frente Nacional de Libertação de Angola e os seus companheiros em vida e já falecidos, são os verdadeiros obreiros da independência de angola. Merecem o respeito dos angolanos em geral e dos que governam o nosso país em particular.

No dia 15 de março 2025, devemos ser unidos em torno da bandeira da liberdade e terra, gritemos bem alto e em uníssimo: todos por uma angola, uma angola para todos, sem ódios e sem rancores. No dia 15 de março de 2025, deve transportar-nos, á memória dos gloriosos obreiros do 15 de março de 1961, ainda em vida e já falecidos. É assim, que devem ser homenageados os que tudo deram para erguer o edifício que hoje se chama angola.

Sempre movidos pelos mais nobres ideias de fraternidade e de patriotismo reivindiquemos os nossos direitos, que consistem basicamente no respeito e no reconhecimento dos nossos sacrifícios. ”Tudo demos pela libertação da nossa querida angola, e esperamos dos que Governam, mais justiça social e um verdadeiro enquadramento socio económico de todos os obreiros da independência”.

Finalmente, voltamos a reafirmar, perante o povo angolano de cabinda ao Cunene, que o Estado Angolano, foi fundado na cimeira de alvor, em 15 de janeiro de 1975, pelos três Lideres históricos dos movimentos de libertação nacional, Àlvaro Holden Roberto, YEMBE, António Agostinho Neto, Kilamba e Jonas Malheiro Savimbi, Cyaya.

Não pode haver pois, dois pesos duas medidas. Se as instituições que governam o nosso país, pensam ter chegado o momento de reconhecer e homenagear os três saudosos patriotas, que o façam com justiça, para que a história seja bem escrita, sem atropelos, sem manchas e sem pinturas. Este é o ponto de partida da verdadeira reconciliação nacional,  a reconciliação dos corações e das famílias, que vivem no mesmo espaço que se chama Angola.

Honra e gloria aos obreiros da independência nacional, com destaque para Álvaro Holden Roberto YEMBE, António Agostinho Neto, kilamba, Jonas Malheiro Savimbi, Cyaya. 

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