O membro de honra dos antigos combatentes da FNLA, Ngola Kabangu, fez saber que o presidente João Lourenço e o seu Governo a construir de um monumento tridimensional com os nomes dos três heróis nacionais.
Por: Gaspar Victor
No âmbito das festividade do dia nacional dos antigos combatentes que se assinalou no dia 15 de janeiro a AAC\FNLA, foi até a província do bago vermelho onde inaugurou a casa dos ex ELNA, foi uma caravana dos antigos militares que partiu da sede da Associação no balumuca na passada quinta-feira 23, em luanda e teve como o destino a província do café e de muitas maravilhas pela sua beleza natural.
A mesma caravana foi chefiada pelo Nacionalista e comandante do primeiro grau Ngola Kabangu, que no local da atividade fez as honras e discursou aos presentes dizendo; “Angola o país de todos nós completará 50 anos desde que foi proclamada, em condições turbulentas a independência a 11 de novembro de 1975”.
Não tendo havido consenso, entre os três movimentos de libertação e a parte portuguesa sobre o
processo de deslocalização, a nossa independência, foi proclamada simultaneamente
em, Luanda, Uige e Huambo.
A luta armada de libertação nacional, começou no dia 15 de Março de 1961, conheceu o seu termino através de um acordo de cessação de hostilidade, assinado entre frente nacional de libertação angolana–FNLA, liderada pelo saudoso Álvaro Horden Roberto, Yembe e uma delegação do governo português na época liderada pelo também saudoso General Fontes Pereira de Melo, chefe da casa militar do presidente de Portugal, General António Spínola, a 14 de Outubro de 1974, a bordo do navio de recreio do Marshal Mobutubu Sese Seko Kuku Ngwendu Wa Zabanga, ancorado no Rio Zaire, em Kinshasa.
Hoje, passada 50 anos meio século, é lícito perguntar, quem foram os
obreiros deste colosso edifício, que hoje se chama Angola. foram indiscutivelmente
os valorosos guerrilheiros do ex ELNA, do EPLA e das FALA, também denominados
os obreiros da independência Nacional.
Agora, importa saber como esses obreiros da independência, são dignificados,
enquadrados sócio economicamente, com direito a inscrição na caixa social das
FAA e ao atendimento de acordo com o
seu mérito, eles libertaram Angola e está ali Angola toda ela interina de
Cabinda ao Cunene, disse o nacionalista.
No final de tudo os associados orientados pelo Ngola Kabangu propuseram ao General e Presidente da República Angola João Manuel Gonçalves Lourenço, a construção de um monumento tridimensional, integrando os fundadores do estado angolano, para mencionar António Agostinho Neto,( kilama) Álvaro Horden Roberto, (yembe) e Jonas Malheiro Savimbi,(cyaya)
O nacionalista, terminou a sua abordagem dizendo que, continuamos a espera
pacientemente e democraticamente da resposta, Angola sairá agradecida de
Cabinda ao Cunene.
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