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Ainda sobre fome nas esquadras: Comandos e esquadras sem refeitórios

Os polícias dos comandos municipais e esquadras passam fome  por falta de refeitórios nestes estabelecimentos.  Afinal onde os homens da farda se alimentam?

A redacção

Está é a pergunta que muitos se questionam.  Parece ser um dos grandes problemas que o Ministério do Interior por intermédio do seu ministro Eugênio  Laborinho tem pelas mãos para resolver ainda no seu consulado, antes que seja substituído ou exonerado pelo João Lourenço, Presidente da República e seu amigo.

De acordo com uma alta patente da polícia que falou em anonimato, assegura que a maioria dos polícias comem na rua, graças às mixas dos taxistas e moto-taxistas que são as fontes do seu ganha pão,  a famosa gasosa.

"Se existirem um comando ou esquadra com refeitório,  a comida é mal confecionada. Se na cadeia os presos morrem de fome, nós comemos na rua", conta a fonte a este portal.

 Nos comandos de bombeiros,  a situação é a mesma.  Os funcionários fogem comida, uns dizem a falta de qualidade, outros porque os refeitórios não existem. 

A fonte sublinha ainda que um dos seus colegas apanhou diarreia,  por alegada falta de qualidade da comida.

 "O ministro Laborinho, deve-se preocupar com esta situação.  O polícia fica todo dia na rua e onde vai comer,  se não existe refeitório?, questiona.

 Em Viana Cazenga,  Cacuaco e outros municípios,  os polícias passam fome, enquanto os chefes com os seus jipes almoçam a grande e a francesa nos melhores restaurante desta Luanda.

Mas no Orçamento Geral de Estado atribuído a este ministério,  existe uma rubrica para abastecer as esquadras com comidas,  mas algum chico esperto desvia a referida verba para engordar a sua conta bancária.

 *Em desenvolvimento na próxima edição 

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