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Para os directores e assistentes do hospital municipal do Soyo

Até anos atrás, foi o hospital menos falado, mas, de lá para cá, dá medo entrar neste hospital que as pessoas não são atendidas devidamente.

 O hospital ainda carece de atenção ministerial, pela escassez de muitos equipamentos e quadro, o hospital, está como está. Infelizmente, os pacientes chegam, e têm de esperar para serem atendidos, e a demora é tanta, que no final preferem frequentar hospitais privados.

 Além deste problema, temos um laboratório sem condições de higiene e sem reagentes para um atendimento organizado.

Ao diretor provincial da saúde do Zaire que não existe até ao momento, estamos a espera da vossa intervenção, pois nesses hospitais, a pessoa pode entrar com outra doença, e acaba contraindo outra, por negligência médica, e as vezes por termos poucos ou falta de quadros.

 Seja o hospital provincial, e os municipais, estão cheios de estagiários, e o atendimento é péssimo. Senhora Ministra, a senhora é mãe, gostaria de ser atendida nestas condições? Sr. Governador, aceitarias que seus filhos passassem por este atendimento?

Vamos morrer de fome, e nos hospitais também já não estamos a ser atendido em segurança, qual povo serves? O senhor governador, já visitou estes hospitais, e agora, o que tem para oferecer? Tem alguma ideia de como melhorar o nosso sector de saúde na província, ou vamos sempre recorrer a RDC?

 Já basta assistirmos os desvios de medicamentos, porque a falta de medicamentos nos nossos hospitais é injustificável, nós, já não queremos ver mortes por falta de assistência.

Vamos melhorar o que está mal, por isso, somos todos chamados a velar por esta causa que precisa de uma intervenção urgente. O director provincial da saúde do Zaire trabalha há mais de 1 ano na condição de interino o que não é normal administrativamente.

Há cerca de 1 ano que as obras de ampliação do hospital municipal do Soyo terminaram, visitadas pela Ministra da saúde que prometeu apetrechamento do mesmo até hoje nem água vai nem água vem. Não existe área específica de esterilização do material cirúrgico naquela unidade hospitalar, mas existe um bloco operatório a funcionar.

Não há possibilidade de realização de Radiologia e ecografia facto que provoca dificuldades para os médicos obter diagnósticos de várias doenças e não só leva ainda os doentes a pagar somas avultadas nas clínicas privadas ou mesmo correr para república vidinha (RDC).

Não existem médicos nacionais especialistas para cirurgia geral, ortopedia, pediatria, medicina interna, nem cuidados intensivos. Apenas existe um único médico especialista em ginecologia e obstetrícia.

 

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