1. Elogios Casuais: Esta é a forma mais básica e inofensiva de bajulação. Inclui elogios sobre pequenas conquistas ou características gerais, como agradecer a alguém por sua contribuição em uma reunião ou elogiar a pontualidade de um colega.
2. Admiração
Estratégica: Neste nível, a bajulação é mais direccionada e serve a um
propósito específico. Por exemplo, um funcionário pode elogiar consistentemente
as ideias de seu chefe ou a eficiência de um colega influente, visando criar
uma relação favorável para oportunidades futuras.
4. Imitação e Adulação
Excessiva: Neste nível, a bajulação pode se tornar mais óbvia e até incômoda.
Pode incluir imitar o estilo de vestir ou falar de alguém em uma posição de
autoridade, ou oferecer elogios exagerados que podem parecer não sinceros.
5. Manipulação e
Engano: O nível mais extremo de bajulação envolve manipulação e falsidade. O
bajulador pode espalhar falsos elogios sobre uma pessoa para outros colegas ou
superiores, com o objectivo de ganhar favor ou desacreditar outros.
A bajulação, especialmente nos níveis mais altos, pode ser
prejudicial para o ambiente de trabalho, criando desconfiança e uma cultura de
falta de sinceridade. É importante promover um ambiente onde o feedback honesto
e construtivo seja valorizado acima da bajulação.

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