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Com mais de 400 colégios que funcionam de forma ilegal


 Pouca fiscalização é a causa deste fenômeno, assim sendo muitas destas escolas já tentaram a legalização, mas por falta de condições das mesmas, a maioria foi rejeitada em vistoria pelo gabinete provincial, sendo esta última que tem competência para o efeito.

As escolas que pretendem legalizar, para além do processo a constituir, ainda  tiveram que pagar um determinado valor de vistoria  cerca de 80.000kz para o ensino geral e cerca de 120.000 KZ para o ensino técnico. Estes valores foram pagos no ensino particular do mesmo município, (Cacuaco).

Ainda o ensino particular da direcção municipal de Cacuaco, fatura com multas aplicadas aos colégios existentes localmente quando não se cumpre com o prazo dos dossiers, (estatísticas, pautas. etc)

As multas no passado foram pagas no valor entre 4.000.00 á 5.000.00, além destes valores arrecadados, existe um valor dos Certificados que são pagos nas direções das escolas públicas, onde os colégios ilegais são obrigados a pagar à mão,  sem poder exigir o rupe, uma vez que já lhe é feito o favor de funcionar ilegalmente.

A direção municipal está consciente e ciente que isso se trata de um negócio escuro, mas ignora, porque quanto mais colégios ilegais existir, maior é a fonte de rendimentos para um enriquecimento ilícito, preferem violar as lei,  e a continuar encher os bolsos com os dinheiros provenientes dos colégios ilegais. Espera-se que as instituições do  estado como, a PGR, SIC, IGAE e até mesmo o SINSE coloquem um stop neste enriquecimento ilícito.

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