Os valores que se encontravam na caixa forte na sede do Banco, tendo levado consigo mais de 7 milhões de dólares, 8 milhões de euros e mais de 85 mil milhões de kwanzas. E os verdadeiros culpados dos roubos diários no banco, continuam a soltos.
Por: Redacção
Os roubos no Banco Sol continuam. Inclusive o maior deles ocorreu no mês de Dezembro em que o tesoureiro da tesouraria central, num roubo sem precedentes, conseguiu encher um carro forte com todos os valores que se encontravam na caixa forte na sede do Banco, tendo levado consigo mais de 7 milhões de dólares, 8 milhões de euros e mais de 85 mil milhões de kwanzas.
O Conselho de Administração e
Comissão Executiva está de braços cruzados e nem sequer reuniram para debater sobre
o assunto e muito menos para accionaram o SIC e a PGR para investigar o caso de
forma a reaver os valores e deter o funcionário em causa.
Depois de duas semanas, uma vez o assunto ter vazado para as redes sociais, foram obrigados a chamar o SIC que localizou e deteve o tesoureiro. E este nas suas declarações, afirmou que somente fez o que via sistematicamente os chefes fizerem todos os dias, inclusive houve uma ocasião vergonhosa em que várias caixas de dinheiro caíram de uma viatura e o dinheiro espalhou-se pelo chão. “O PCE Paixão Franco, administradores Gil Benchimol e Ana Kazumbula são os que sistemáticamente levam caixas de dinheiro da casa forte”.
O anterior trata-se somente do roubo mais descarado e em termos de montantes o mais significativo, porém, a roubalheira é continua tanto é que numa acção concertada entre o administrador Gil Benchimol, o que mais pelouros chave ocupa e onde no fundo passa a maior parte dos dinheiros no Banco Sol (Direcção de Contabilidade, Direcção de Serviços Gerais, Direcção de Tecnologia e Sistemas de Informação, Gabinete de Segurança Cibernética, Gabinete de Compras), bem como a admistradora Ana Kazumbula (Direcção de Mercados Financeiros, Direcção de Operações.
A direcção de banca electrónica e direcção
de tesouraria, com a conivência da directora da contabilidade Eva de Carvalho
Morais, foram protagonistas da mais escandalosa queima de arquivos
contabilísticos e de tesouraria, nos quais apagaram toda a informação
relacionada a pagamentos e fornecimento de produtos e serviços hiperfacturados,
a maior parte deles nem sequer prestados ou recebidos, mas que já tinham sido
todos pagos.
Como dito anteriormente, não se
compreende como é que estas acções não são punidas mesmo sabendo que continuam
a haver fraudes promovidas e ocultadas todos os dias através dos sistemas
informáticos em que o arquiteto é o director Paulo Paim sob orientação do administrador
Gil Benchimol, com o apoio dos consultores estrangeiros e prestadoras de
serviços, porque neste momento todo o sistema informático do Banco Sol está a
ser gerido a partir de fora e por empresas estrangeiras que foram contratadas
por Gil Benchimol.
Mesmo com estes casos e denúncias,
também não se vê qualquer reação da parte dos accionistas em que o maioritário
com 51% é representado pelo general Mário António e dizem ser a fatia que
pertence ao MPLA, nem sequer os outros todos pedem contas até parece que não
estão preocupados com o dinheiro deles que está a ser descaradamente roubado
todos os dias, esta situação em suma prejudica também a maior parte dos
trabalhadores porque o Conselho de Administração arranja sempre desculpas para
a não actualização e aumento dos salários, tornando assim o Banco Sol no
mercado o que pior paga em termos de salários.

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