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Filipe Nzanza preocupado com falta de competição

 O técnico principal do 1º de Agosto, Filipe Nzanza, disse domingo, no Lubango, estar preocupado com a falta de rodagem competitiva. “Essa é a dificuldade que enfrentamos. Não afectou apenas o 1º de Agosto, mas as outras três equipas angolanas que competem nas Afrotaças”.

Assegurou que vai privilegiar ao longo da semana a disputa de alguns jogos amistosos no sentido de manter a condição física do plantel, antes da deslocação ao reduto do Al Hilal do Sudão, para O jogo da 2ª mão da última eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões Africanos de futebol.

O antigo capitão da equipa militar destacou que o Girabola 2022/2023 terminou em Maio e de lá para cá, já passaram quatro meses sem competição, o que dificulta as equipas terem ritmo para encarar os jogos internacionais com tranquilidade.

"É difícil para as equipas angolanas envolvidas nas competições africanas. Depois de sairmos de Kinshasa, ficamos três semanas sem jogos”, sublinhou.

 Filipe Nzanza aclarou que a falta de competição é como subir a montanha, descer e vice-versa.

 "Não podemos fazer nada, se não engolir essa situação. Já estamos com o pé no mar, por isso vamos aguentar”, desabafou.

 O técnico principal do 1º de Agosto, referiu que vai tentar manter a condição física da equipa e viajar com tudo para lutar ao longo dos 90 minutos.

 Assegurou que depois de observar a forma de jogar do adversário vão defender melhor e atacar com mais perigo em Marrocos. "Acreditamos que ainda é possível passarmos a eliminatória. Na segunda "mão”, vamos estar virados ao ataque”.

 Filipe Nzanza diz estar consciente que o resultado, sem golos, é enganador: "Não vamos defender, porque jogar fora de casa o resultado de zero bolas na primeira "mão”, não garante segurança”, sustentou.

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