Projecto eu e minha comunidade realizou mesa redonda sobre liberdade de imprensa

 O projecto
eu e minha comunidades, realizou recentemente mesa redonda, sobre dia de
liberdade de imprensa, no distrito urbano sede, no município de Cacuaco.



Por:
Inácio Cândido



De recordar que mais de 50
profissionais de diversos órgãos de comunicação social, refletiram sobre a
liberdade de imprensa, nos 21 anos de paz. 
E falou-se sobre o jornalismo investigativo.



O jornalista e palestrante, Nelson
Sul, disse que falta muito por se fazer nos que diz respeito a liberdade de
imprensa em Angola, o diploma é bom, ainda existe jornalistas a serem
perseguidos, “nós estamos numa República de muitos problema, como é a nossa
intenção ver mais jornalistas a sermos investigativo, então pensamos incluir
essa temática na reflexão para despertar os jovens profissionais,” disse.  

Para o outro palestrante e
jornalista, dá a voz da américa, Agostinho Gayeta, disse que a liberdade de
imprensa em angola como se fez referência durante esta comunicação que tiveram
a imprensa está no momento de despiste se tiverem em conta a organização de
repórter sem fronteira no seu último relatório, ao nível do mundo 180 países
analisaram angola saiu na posição 99, para a posição 125, isso denota
retrocesso em terno de liberdade de imprensa em angola, assim o  estado continua fazer aquilo que é proibido
por lei.



Ainda aquele escriba, disse que a lei
de imprensa proíbe a lei 25, no monopólio dos órgão de comunicação social, o
estado continua a ter sob sua responsabilidade órgão de imprensa, que passaram
para si aquando da recuperação de ativos, no combate a corrupção.



Agostinho Gayeta, acrescentou que o
governo devia fazer o concurso público dos ativos recuperados, “porque o nosso
estado está a caminhar mal, a leitura que faço destes órgão de comunicação
social, como a rádio despertar, tem favorecido o partido Unita, e a rádio
nacional de angola, também tem feito a mesma coisa a favorecer o partido que é
o MPLA,” disse.



Gayeta, Fez saber ainda que os órgãos
de comunicação social, deve haver equilíbrio, quando está a se abordar questões
relacionados os partidos, os órgão públicos tem favorecidos o MPLA, não devia
ser assim.



Para o participante da palestra, João
Tungo, disse que está satisfeito por participar nesta palestra, sobre a
liberdade de imprensa, e  21 anos de paz,
a iniciativa foi louvável, sobre os temas em debates sobre o dia de liberdade
de imprensa, falta muito para serem feitos em termo da comunicação social, e os
jornalistas devem ficar atenta com os diploma que rege os órgãos de comunicação
social,” à partir de hoje aprendi muita coisa sobre o jornalismo em angola, os
diploma que rege a profissão,” disse.



O outro participante, Eurico Kamupa,
disse que atrás desta palestra sobre o dia da liberdade de imprensa, foi muito
proveitoso com bons preletores, os temas foram bem apresentados os 21 anos de
paz, e do jornalismo investigativo,” eu é pela primeira vez que participo por
ter presenciados as pessoas com mais experiência, a falar com propriedade as
causas e  encorajou-me, também a fazer o
curso de jornalismo, para ter um conhecimento geral,  porque falar de jornalismo e todo indivíduo e
toda pessoa tem que ter o conhecimento total”, disse.



Já o porta-voz, que também jornalista,
António Ambrósio, disse que saíram desta sala com o sentimento do dever
cumprido, porque a atividade correu bem sem nenhum sobre salto, porque os temas
em debate foram bem debatida sobre os 21 anos de paz, do jornalismo
investigativo, e se conseguiram fazer valer os objectivos, porque foi notável a
contribuição dos participantes.



Ainda António Ambrósio, assegurou que
falarem do estado atual da liberdade de imprensa em angola, assim também da
necessidade dos profissionais da comunicação social, e do jornalismo
investigativo, disse.



Questionado se conseguiram, alcançar os
objectivos, respondeu sim, porque era mesmo falar destas duas temática,
“conseguimos refletir e medir a pulsação da sociedade na participação da nossa
juventude, para que tenhamos uma imprensa cada vez mais livre,” disse.

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